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domingo, 4 de novembro de 2012

Rock Cristão

Muitas pessoas criticam o rock gospel, dizendo que são falsos profetas, que rock é do demônio e tudo que é tipo de ofensas.

As vezes fico irritado, as vezes fico com pena dessas pessoas, pois são pessoas que não conhecem o evangelho.

Jesus veio para curar e salvar todos os tipos de pessoas, ele se importa coma aparência, mas sim com o coração. Uma pessoa pode gostar de rock de samba, pagode, sertanejo, música clássica ou pentecostal. O que importa é se o coração está voltado pra Deus.

Eu acredito que uma banda de rock gospel leva o evangelho muito mais a sério que muitos outros grupos de música evangélica, pq as pessoas que gostam de rock e não são evangélicas, possuem muito preconceito contra o evangelho.

Então, para um grupo assumir que toca rock gospel, ele está ciente que o público que irá em suas apresentações irá diminuir muito, pois os "crentes" fazem discriminação pq acham que o rock é do demônio (particularmente, acho que estão dando moral demais para o capeta, já que ele não cria nada, só copia e distorce) e pessoas que não são evangélicas os discriminam por serem evangélicos.

Além do mais, pessoas como o Brian Head que viveram afundadas em drogas, bebidas e tudo que é tipo de podridão que o pecado oferece, quando se convertem, creio que se entregam verdadeiramente e levam a palavra à outras pessoas contando seu testemunho.

Esta música que muitos acham que não é de Deus, é uma música que ele compôs é um testemunho da vida dele. É como um grito pedindo socorro a Deus.

Infelizmente, muitos crentes (religiosos) acham que só será salvo os que escutam Diante do Trono, Cassiane e outros mais calmos. Eles julgam e esquecem que na bíblia diz que DEUS É O JUIZ, SATANÁS É O ACUSADOR, E JESUS É O ADVOGADO.
Não tenho o direito de julgar ninguém pois não sou Deus, e não quero acusar, pois não quero fazer o papel do capeta.


terça-feira, 9 de outubro de 2012

Análise: Metal Nobre - Made in Brazil

Após o sucesso do primeiro CD/DVD do Metal Nobre (“Nas Mãos do Senhor”, que até hoje, é bastante elogiado), muitos se perguntavam quando a banda iria novamente lançar outro álbum ao vivo, uma vez que sua performance “live” agradou demais ao público, que tanto esperava por um trabalho áudio-visual de boa qualidade nesta linha do Rock Gospel, o qual até no início dos anos 2000, possuía poucos representantes nacionais visíveis na mídia. 


Pois bem, demorou, mas chegou! O mais novo DVD do Metal Nobre é fruto de um árduo trabalho que vem sendo organizado desde 2008 com registros feitos em quatro diferentes cidades do Brasil: Manaus (AM), Brasília (DF), Goiânia (GO) e São José do Rio Preto (SP). Em comparação ao último registro ao vivo da banda, Made In Brazil apresenta características que definem não apenas um show, mas também, um culto de louvor e adoração ao Deus Todo Poderoso. As mensagens do vocalista JT no decorrer do evento reforçam este propósito, trazendo um diferencial elevado ao desígnio da gravação. 

Antes de mais detalhes, convém falarmos também um pouco sobre o motivo da demora deste lançamento, o qual é um caso interessante e até bastante incomum, pois logo após as gravações, a produtora responsável pela edição de áudio e vídeo não deu continuidade ao projeto, deixando apenas o material "bruto" das gravações. Porém, no final de 2010, o tecladista da banda, Hirion Jr., decidiu tomar a iniciativa do projeto e aprendeu a manusear programas de edição de imagens, se esforçando desde aquele momento em editar a captação de todas as 35 câmeras usadas nas filmagens, dedicando-se durante várias noites em claro a fim de concluir o tão esperado trabalho que hoje chega acompanhado de grande expectativa pelo público. 

A princípio, este DVD já inova quanto ao conceito gráfico moderno e sofisticado, idealizado pela DRZ designe. A produção executiva é a mesma do DVD anterior, com JT e Sérgio Domingos (S4 Produções) na direção. Partindo para o repertório, temos um apanhado de músicas dos dois últimos álbuns (“Ao Teu Lado” e “Alta Voltagem”) mais algumas regravações de clássicos do Metal Nobre com certas alterações nos arranjos, fato este, que certamente não deverá dividir opiniões entre os apreciadores do ministério. A propósito, percebe-se que a razão de haver regravações se dá também à necessidade de suprir a falta de alguns lançamentos antigos do Metal Nobre no mercado, os quais se tornaram raros nos últimos anos (como por exemplo, os que eram distribuídos pela extinta Gospel Records). 

Já sobre a questão de sonoridade, Made In Brazil traz tanto o rock já característico de JT & Cia quanto as baladas que revelam o lado mais “pop” da banda. As distorções pesadas da guitarra ainda continuam bem presentes e o teclado agora ganha mais espaço nos arranjos. O timbre heavy da voz de JT permanece irredutível e consistente na interpretação das faixas mais pesadas e com uma feição aparentemente branda nas canções mais lentas, evidenciando uma adaptação interessante para os aspectos vocais exigidos de acordo com cada música tocada. 

Partindo então para o início do show, me considero suspeito em falar do mesmo uma vez que sempre considerei super atrativas as aberturas de DVDs que oferecem um tom de suspense e mistério antes da primeira música, o que é o caso de Made In Brazil, que proporciona esta sensação ao telespectador já desde o começo através de várias imagens temáticas de guerra que fazem uma alusão comparativa à batalha espiritual do Cristão como Guerreiro do Senhor. 

E é dentro deste contexto que começa a introdução de Guerreiro de Deus sob o uso dos strings e das carregadas distorções. A grande novidade nesta versão é algo até então inédito e que surpreende: o acompanhamento de 3 baterias sendo tocadas ao mesmo tempo! A participação especial das baterias adicionais é de Diego Correa (Dídio) e Luiz Coyote que simplesmente, mandaram muito bem não só nesta ocasião como também em outras músicas gravadas em São José do Rio Preto. 

Outro detalhe a ser ressaltado é a animação do público na hora de cantar o refrão, chegando a competir até mesmo com o som dos instrumentos. 

Na sequência, Janelas do Céu aparenta ser mais pesada no início, mas logo se desvenda mais leve, não perdendo, entretanto, a dinâmica durante a canção. A letra lembra o estilo típico de cânticos congregacionais. 

Apesar de já ter tido uma versão de estúdio e outra ao vivo, a música Mensageiro foi novamente regravada, reafirmando mais uma vez a missão da banda brasiliense em pregar o evangelho de Cristo através do bom e velho rock roll. Desta vez, foi feito um pequeno acréscimo na introdução, juntamente com o realce do teclado em alguns pontos significativos da mesma. 

Os sugestivos remakes de antigos corinhos sempre estiveram presentes na carreira do Metal Nobre, como podemos notar em Exaltar-te-ei, que leva uma batida bem Punk onde o pedal duplo predomina nitidamente. 

"Se Deus não serve pra pessoa que você ‘ama’ essa pessoa não serve pra você", com esta célebre frase de JT, inicia-se a linda balada Não Tem que Ser Assim, que apresenta uma letra ousada que trata sobre o julgo desigual no relacionamento cristão. Apesar de conter uma abordagem temática diferente, (que pode até chocar os ouvintes de “primeira viagem”), nem de longe destoa a set list do DVD. Em seguida, temos a tocante Silêncio de Deus, que faz parte do time das composições mais recentes da banda e demonstra logo de cara as qualidades essenciais de um belo hit radiofônico. A letra é uma expressão sincera do clamor de nossos corações perante as circunstâncias em que, aparentemente, não conseguimos ouvir a voz do Senhor. 

A partir de Vou Confiar (cd “Metal Nobre III”), JT ministra a respeito da confiança em Deus nos momentos mais difíceis da vida e sobre o fato de que não devemos desistir de nossos sonhos. É a faixa que em minha opinião, havia faltado no álbum “Nas Mãos do Senhor”, mas que também encontrou uma ótima posição neste novo repertório. 

Fala Deus é um louvor de entrega que nos remete a um perfil mais contemplativo e até mesmo, devocional (isto é possível usando o rock? Metal Nobre nos mostra que sim!). Logo após, inicia-se um breve instrumental, onde a espontaneidade da guitarra se une à destreza do teclado em uma parceria simples, mas otimamente combinada com os três bateristas, emendando assim, com uma nova tomada metaleira na canção Eu Quero Ver, que é um convite de exaltação e celebração a Deus ao som de um musical intenso e pesado, do jeito que o Metal Nobre sabe fazer. 

Certos trechos de Não Vou Calar traz algumas influências do Glam Metal, típico de algumas bandas de rock dos anos 80. Os acordes lembram também um pouco as antigas músicas de Degarmo&Key e/ou Petra. 

Na sequência, vem Corinho (Três Palavrinhas Só) que mais uma vez é apresentado com muito bom humor em sua versão “upgrade”, aonde JT chega inclusive a descer do palco para cantar em meio à agitação da galera, que acompanha unânime a música. 

Sem sombra de dúvidas, Louvai continua sendo um grande sucesso mesmo depois de mais de uma década desde sua primeira gravação no álbum “Revelação” (1999). É uma das canções que mais evidencia a presença do teclado e que também possui o solo de guitarra mais longo do DVD, dando-nos uma sensação de êxtase ao escutar os improvisos de Leonel durantes os minutos finais do instrumental. Este é um daqueles louvores que todo Cristão deveria ouvir e cantar nos momentos da tribulação. 

Com algumas modificações mínimas, Esperar em Deus mantém sua postura robusta, não perdendo o bom exemplo de suas versões anteriores. Os cativantes ganchos desta canção ainda soam bastante atraentes, mostrando muita atitude neste que pode ser considerado um dos maiores hits da banda. Uma música perfeitamente estruturada em todos os sentidos! 

A penúltima faixa, Metal Nobre (lançada primeiramente em 2002), é uma referência ao próprio nome do ministério. Pra não perder o costume, a guitarra dá novamente um show na hora do solo, o que não podia ser diferente em se tratando da admirável técnica de Leonel Valdez nas seis cordas. Apesar do peso da música, ainda nota-se que o uso das três baterias não sobressai ao som dos outros instrumentos. 

E para encerrar, temos Jerusalém, que não poderia ficar de fora deste registro, uma vez que ela é uma das mais pedidas nos shows da banda. Mais uma vez os três bateristas se unem, agora, para o gran finale. A execução brilhante do solo de Leonel mesclado ao teclado de Hirion é um espetáculo e tanto, merecendo ser destacado como um dos ápices do show. Realmente, um momento ímpar que encerra o DVD de forma extremamente excepcional. 

Antes de concluirmos, um último ponto importante que vale ser ressaltado são os vários extras do disco, nos quais podemos conferir um videoclipe bem bolado da música “Não Tem que ser Assim” (juntamente com a explicação da história real da mesma e os bastidores da filmagem do clipe); o descolado Making Of da produção do DVD, com depoimentos comoventes de JT e Hirion; o solo das baterias de Dídio, Coyote e PH; dois videoclipes ilustrados (“Guerreiro de Deus” e “Não Tem que ser Assim”) na versão Metal Nobre Mirim e ainda, uma homenagem especial aos admiradores do ministério. 

No geral, “Made In Brazil” é musicalmente vigoroso e sem muitas flexões óbvias, tendo o que há de melhor para um projeto desta estirpe: canções instigantes repletas de frases melódicas envolventes numa fusão incisiva com diversas vertentes do rock e tudo isto, sob a poderosa unção do Espírito Santo. Certamente, os fãs da banda irão detectar neste novo trabalho um amadurecimento equilibrado que pode muito bem projetar o Metal Nobre a novos níveis de habilidade artística e popularidade. 

Finalizando, se você curte um bom Rock de louvor e adoração a Deus, este lançamento lhe é mais do que recomendado, mas se por outro lado, você ainda não tem afinidade com o Rock Cristão ou demonstra algum tipo de preconceito com o mesmo, lhe aconselho a colocar todas essas indiferenças de lado e assistir atentamente a este espetacular trabalho musical feito com competência e qualidade. Com certeza, você irá comprovar que o Rock, além de ser um estilo musical, é também uma excelente ferramenta para anunciar a palavra de Deus e adorar o seu santo nome.

domingo, 6 de maio de 2012

O Demon Hunter é uma banda Cristã?

Navegando pelo You Tube, encontrei esse vídeo em que os integrantes da banda Demon Hunter deixam claro que são uma banda cristã.
Muitas pessoas acreditam que um cristão não pode ouvir rock.
Mas creio que Deus olha o coração, cada um tem sua maneira de adorar.
A adoração não é apenas o momento do louvor, mas faz parte da vida do cristão. Uma vida de adoração é viver com o coração convertido à Deus, que confia no Senhor, que tem seus passos guiados por Ele.
Se gostam de rock, sertanejo, pop, valsa ou qualquer outro tipo, que sejam feitos com o coração voltados ao Senhor.


segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Mortification






Porque, se viverdes segundo a carne, caminhais para a morte; mas, se viverdes pelo Espírito, mortificardes os feitos do corpo, certamente vivereis.  Romanos 8:13

Foi com base neste poderoso texto bíblico que Steve Rowe deu nome a primeira banda de thrash metal cristão; MORTIFICATION

Steve já era um músico renomado, já havia tocado em outras bandas, mas foi com o Mortification que conquistou ao lado de Cameron Hall e Jayson Sherlock uma multidão de fãs no meio evangelico e principalmente no meio secular. 
O primeiro trabalho não teve a repercussão esperada. O album “Mortification”até hoje é desconhecido para muitos fãs da banda. Foi com o surpreendente album “Scrolls Of The Megilloth”, lançado pelo selo alemão Nuclear Blast Records, que a banda se consolidou no mercado. Steve Rowe surpreendeu com um vocal possante e “gutural”. Destaque para as músicas “Nocturnal” e ”Terminate Damnation”. Em 1994 a banda lança o album “Blood World”. Steve já não “rosna” tanto. Com nova formação, o som da banda deixa de ser o simples e crú Thrash metal e flerta com as melodias mais rápidas e arranjos mais comportados. 
A banda Mortification a cada trabalho lançado provava que não aceitava rótulos. Pode-se conferir ao longo dos anos O Mortification tocando desde o arrastado “Doom Metal” até o poderoso ”Death Metal”. 
O momento mais difícil da banda aconteceu em meados de 1996, quando Steve Rowe descobriu que estava com leucemia. Apesar de ser uma doença de difícil recuperação, surpreendentemente Steve venceu a doença e se recuperou em menos de 2 anos e em 1998 já entrou no estúdio para gravar pelo próprio selo, o Rowe Productions o álbum “Triumph of Mercy”. 
Ao longo de vinte anos a banda Mortification se consolidou como uma das mais importante e influente banda de metal. 
Steve Rowe,o único remanescente, segue firme com o propósito de levar a Palavra de Deus através do Metal à todos os cantos do Planeta.



quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Demon Hunter


 

Demon Hunter é uma banda de Metalcore formada pelos irmãos Don e Ryan Clark em Seattle, Washington. Começou como um projeto dos irmãos Clark que já haviam tocado juntos em outras bandas anteriores. Demon Hunter apareceu pela primeira vez no álbum-coletânea “This is Solid State, Vol. 3”, lançado em fevereiro de 2002 , com a música “Through the Black”. 

O primeiro album chamado “Demon Hunter” foi lançado em Outubro de 2002, com destaque para as músicas“Infected”, que ganhou um clipe, e “Through the Black”. Exceto as baterias que foram gravadas por Jesse Sprinkle, Ryan e Don gravaram quase todos os instrumentos, sendo o vocal gravado por Ryan. 

A formação do Demon Hunter se fixou quando fizeram sua primeira turnê junto com as bandas Extol e The Agony Scene. Chamaram Jon Dunn para o baixo e Kriss McCaddon para a guitarra. Ryan ficou nos vocais, Don nas guitarras e Jesse na bateria. 

Demon Hunter lançou seu segundo album em 2004, intitulado “Summer of Darkness”. Esse albúm marcou a estreia do Demon Hunter no meio secular com o clipe da música “Not Ready to Die” e com a adição da música“My Heartstrings Come Undone” no filme Resident Evil: Apocalypse. O disco atingiu o nº 23 do Top Christian Albums e o nº 22 do Top Heatseekers. 

No ano seguinte, em 2005, Demon Hunter lançou “The Triptych” que alcançou um sucesso maior ainda que “Summer of Darkness”. Destaque para as músicas “Undying” e “One Thousand Apologies”, que também ganharam um clipe, e para a música “Not I”. Esse albúm marca a estreia de Ethan Luck nas guitarras, substituindo Kriss McCaddon, e de Yogi Watts na bateria, tendo esse substituído Jesse Sprinkle na turnê do ano que antecedeu o albúm. “The Triptych” foi relançado em 31 de Outubro de 2006 com um DVD que acompanha o álbum e 4 músicas extras. O disco atingiu o nº 136 da Billboard 200, o nº 10 do Top Christian Albums, o nº 1 do Top Heatseekers e o nº 10 do Top Christian Albums 

Em 2007 o Demon Hunter volta aos estúdios para gravar o seu quarto álbum chamado “Storm the Gates of Hell” que, em minha opinião, é o melhor álbum deles. Destaque para as musicas “Fading Away”, primeiro single do album, “Storm the Gates of Hell”, música que abre o CD, “Sixteen”, “The Wrath of God” e outras. O disco estreou no nº 85 da Billboard 200, e vendeu mais de 10.500 cópias na primeira semana de lançamento. 

Entre a turnê “Stronger than Hell Tour” que durou de 2008-2009 foi lançado o álbum ao vivo chamado “Live in Nashville” que contou com a participação de Patrick Judge nas guitarras. Em Agosto de 2009 Don Clark deixou a banda para cuidar de sua família. Ethan Luck também deixou a banda pois não estava conseguindo dar conta da agenda de shows da banda. 

Em 09 de Março de 2010 Demon Hunter lança seu mais recente album chamado “The World is a Thorn” com Patrick Judge substituindo Ethan Luck e Ryan Helm substituindo Don Clark. Destaque para as músicas“Collapsing”, primeiro single do album que ganhou um clipe, e para a música “Driving Nails” que mostra que “Nem só de Guturais vivem os Hunters”. Em minha opinião, uma das performances mais bonitas de Ryan Clark. 

Demon Hunter mescla a agressividade do Death Metal, incluindo guturais, riffs pesados e baterias agressivas, com os refrães limpos e melódicos característicos do Metalcore. 

“Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais.” 
Efésios 6:12 

sábado, 4 de fevereiro de 2012

HB



A HB surgiu no ano de 2002 na cidade Forssa na Finlandia, a banda que segue com um estilo de Symphonic Metal com uma pitada de Gothic, conquistou diversos fãs pelo mundo inteiro, a banda lançou sete álbuns em estúdio foram: Uskon Puolesta em 2003, Enne 2006, Frozen Inside em 2008 (versão inglês de Enne), Piikki Lihassa 2008, Pääkallonpaikka 2010, e The Jesus Metal Explosion, 2010, The Battle Of God 2011. O grupo também fez um DVD em 2007 ( Can You Road?) um EP em 2002 e dois Singles 2004 “Turhaa Tärinää?” e 2009 “Perkeleitä”.

A banda HB tem um estilo envolvente que contagia, com um Mega vocal feminino que realmente demonstra que o bom e velho metal não e só coisa de vocal masculino.

O nome da banda (HB) não tem significado algum, foi relatado pela vocalista Johanna Aaltonen no site da banda, “A sigla H e B surgiu em uma enquete no site oficial da banda, onde o público sugeria significados diferentes para as letras da banda, foi quando “Holy Bible” que foi uma das sugestões.”

Hoje a banda e formada por Johanna Aaltonen (vocal), Antti Niskala (teclado e vocal), Sofia Ylinen (guitarra), Kaitsu Kanervo ( guitarra), Tuomas Kannisto (baixo), Samuel Mäki-Kerttula (bateria).

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Nárnia


Narnia é uma banda de heavy metal da Suécia, cujo nome foi inspirado no local das As Crônicas de Nárnia, obra de C.S. Lewis. Foi fundada pelo guitarrista Carl Johan Gimmark e o vocalista Christian Liljegren Rivel. 


Integrantes:
Germán Pasuall - Vocal
Carljohan Grimmark - Guitarra
Andreas Onlsson - Baixo
Andreas Johansson - Bateria



História 

Carl Grimmark
Christian Liljegren e Carl Johan Grimmark se encontraram pela primeira vez em 1993 em Jönköping, uma cidade no sul da Suécia. Nessa época, Christian e sua banda Modest Attarction estava para lançar o primeiro álbum deles: The Truth In Your Face. Carl era membro de uma banda chamada Sentinel. Eles trocaram entre si os números de telefone e entraram em contato. 

Vários anos se passaram e ambos Christian e Carl tiveram dificuldades com as suas bandas. Modest Attraction produziu seu segundo álbum Divine Luxury, na mesma época em que Carl Johan decidiu sair da banda Sentinel. Além disso, em 1996 Christian ligou para Carl Johan e lhe perguntou se ele estava interessado em trabalhar juntos num projeto. Christian tinha paixão pelo hard rock melódico, da qual não estava autorizado a explorar na banda Modest Attraction. Carl Johan ficou interessado no projeto ao longo da conversa. 

Poucos meses mais tarde, Christian chamou Carl de novo e disse-lhe que Modest Attraction iria na turnê para a Alemanha e o guitarrista Stephan Mohlin não poderia acompanhá-los. Desta forma, Johan substituiu Stephan. Stephan logo depois deixou a banda, e Carl Johan foi questionado se ele gostaria de ser membro permanente da banda. Carl Johan aceitou, dando assim, tempo para eles planejarem o projeto. Eles levaram um pouco de velhas canções de outras bandas e as modificaram de acordo com as próprias preferências. Em setembro de 1996, eles foram para o Top Recording Studio. Carl Johan gravou todos os instrumentos e Christian, os vocais. As gravações levaram vários meses. Eles tinham muitos convidados no álbum, incluindo Jakob Persson que mais tarde tocou baixo no Narnia. Janne Stark foi responsável pelos solo de guitarra e Mart Hallek tocou violino. 

Em janeiro de 1997, as gravações finalmente terminaram. Depois de duro trabalho, o álbum Awakening foi mixado. 

Graças ao empresário deles, Magnus Söderkvist, o álbum foi aceito por 10 selos japoneses. Finalmente, Narnia decidiu por Pony Canyon. Em maio, Christian e Carl foram na última turnê deles com o Modest Attration. Eles encontraram Matthias Mittelstädt que possuía uma empresa chamada MCM Music. Mittelstädt, junto com seu irmão, Rainer Matthias, amaram o álbum e Mittelstädt virou o empresário da banda. 

Com uma demo em mãos e novo empresário, eles começaram a buscar por novos e talentosos membros e finalmente Narnia nasceu. 

Em abril de 2008, surge confirmada a notícia de que o vocalista do Narnia, Christian Liljgren Rivel, deixaria a banda, e foi o que de fato aconteceu. Segundo nota esclarecida pelo Narnia, Christian e a banda decidiram de comum acordo a saída do vocalista-fundador da banda, após doze anos de permanência na mesma. O motivo alegado por Christian de sua decisão em deixar o Narnia, era de que este gostaria de se dedicar inteiramente ao seu projeto solo que agora o mesmo se tornará sua carreira solo, "Audovision", de projeto solo, tornou-se a carreira solo de Christian, e este também pôs fim à sua banda de power metal, Divinefire. 

Germán Pascuall
Encontrado o novo vocalista do Narnia. Seu nome é Gérman Pascuall, uruguaio, morou 16 anos no Rio de Janeiro, e mudou-se para a Suécia. Gérman se parece muito fisicamente falando, com Christian, mostrando assim, a grande preocupação por parte do Narnia, em manter a estética da banda, além é claro, da qualidade e do nível da banda. 

Em dezembro de 2009 a banda anunciou oficialmente o fim de suas atividades, tendo ainda realizado algumas apresentações no ano de 2010. O principal motivo foi a indisponibilidade dos membros da banda, que muitas vezes priorizavam seus projetos paralelos, o que era motivo constante de desfalque de músicos nas turnês.




Projetos Paralelos



O vocalista Christian Liljgren Rivel, é autor de alguns projetos solo e uma banda secundária chamada DIVINE FIRE. Os estilos musicais dos projetos solo de Christian, vão desde o rock dos anos 70, até o rock progressivo e hard. 


MODEST ATTRACTION - Antiga banda de Christian onde iniciou a sua carreira de cantor. Tinha um estilo entre rock anos 70, progressivo e hard rock. Lançou quatro álbuns. 

DIVINEFIRE - Banda de Power Metal (2004-atualmente) Possui cinco álbuns: Glory Thy Name (2004), Hero (2005), Into a New Dimension (2006), Farewell (2007) e Eye Of The Storm (2011). 

AUDIOVISION - (Hard Rock) Possui dois álbums: "The Calling" e "In Focus". 

WISDOM CALL - (Power Metal) Possui um único álbum de mesmo título 

FLAGSHIP - (Symphonic Rock) Possui um único álbum denominado "Maiden Voyage" 

Andreas Olsson
Já o guitarrista e co-fundador do Narnia, juntamente com Christian Carl Johan Grimmark, também possui seus projetos: é um dos guitarristas da banda norte-americana de gothic metal Saviour Machine, além de participações em todos os projetos de Christian. Grimmark é também autor de um trabalho solo, que leva seu sobrenome como título: "Grimmark". 

Todos os outros membros da banda Narnia, seguem a linha de Christian e Carl Johan, ou seja, há participações ou até mesmo cargos fixos em outras bandas do gênero metal. 

Tanto Grimmark quanto Olson participaram da banda Rob Rock, carreira solo do Rob Rock, vocalista do Impellitteri.


terça-feira, 15 de novembro de 2011

P.O.D


P.O.D é uma banda americana de metal cristão formada em 1992, a banda é composta pelo vocalista Sonny Sandoval, o baterista Wuv Bernardo, o guitarrista Marcos Curiel e o baixista Traa Daniels.


A sigla P.O.D. significa Payable On Death (literalmente, em português, Pagável na Morte). É um termo técnico muito usado em bancos nos EUA quando uma pessoa morre alguém herda seus bens. É necessário que uma pessoa morra para alguém herdar. Isso é uma referência da banda a Jesus Cristo, que morreu por nós, pagando e perdoando nossos pecados, dando-nos a chance de sermos salvos.


P.O.D. mistura muitos elementos em sua música tais como hardcore, hip hop, reggae e new metal. Seu primeiro disco, Snuff the Punk, é basicamente hardcore. O estilo da banda é um pouco difícil de rotular, sendo chamado por alguns new metal, mas enfim, rotulação de estilo musical pouco importa. Interessante mesmo é a mensagem transmitida pelos caras do P.O.D. e o som de qualidade da banda.

O Grupo já lançou sete álbuns de estúdio e já venderam mais de 10 milhões de discos em todo o mundo. Ao longo de sua carreira, a banda também recebeu três indicações ao Grammy, contribuiu para várias trilhas sonoras de cinema e excursionou por todo o mundo muitas vezes.

Alcançaram o sucesso com seu terceiro álbum, “The Fundamental Elements of Southtown”. O álbum seguinte, chamado Satellite, continuou o sucesso da banda com os singles de sucesso, "Alive" e "Youth of the Nation", dando-lhes o disco triplo de platina.

Já participaram de trilhas sonoras de filmes como “Little Nicky, Um Diabo Diferente”, de Adam Sandler, com a composição “School of Hard Knocks”, “Um Domingo Qualquer” com “Whatever It Takes”, “The Scorpion King” com “Set It Off” e “The Matrix Reloaded”, com “Sleeping Awake”. Recentemente participaram da trilha sonora do filme “D.O.P.E.” com a banda Switchfoot em “Arrested Development.




sábado, 12 de novembro de 2011

Scandinavian Metal Praise



O projeto Scandinavian Metal Praise começou a ser criado em 2007 com o objetivo de fazer versões de metal para louvores e clássicos da música cristã. 
Em 2008 diversos músicos da Finlândia, dentre eles alguns da banda HB, gravaram o álbum de estréia do Scandinavian Metal Praise composto de nove músicas focadas na busca de disseminar a palavra de paz e amor por meio do heavy metal.

"Scandinavian Metal Praise foi formado para glorificar a Deus e seu filho Jesus Cristo através da música metal. Nós acreditamos que Deus é o Criador de todas as músicas, bem como o criador do universo e toda a vida. A maioria das canções que você vai encontrar aqui são famosas canções dispostas em louvor a maneira que nós sentimos é o mais natural forma de louvar a Deus para nós. Esperamos que a mensagem nas canções pode te ajudar na sua situação e para lhe trazer mais perto de Deus".



Fontes:

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Videoclipes: Red

Música: Breath Into Me
Álbum: End of Silence



Música: Let Go
Álbum: End of Silence


Música: Already Over
Álbum: End of Silence




Música: Ordinary World
Álbum: Innocence And Instinct



Música: Feed The Machine
Álbum: Until We Have Faces


Música: Lie To Me
Álbum: Until We Have Faces

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Análise de Felipe Rodrigues Lima para o Super Gospel sobre o CD Until We Have Faces (Red)


Gritos, loops, orquestras, guitarras guturais, riffs fatiados e muita adrenalina. Essa é a linha seguida (novamente) pela banda RED em seu terceiro álbum Until We Have Faces, que chega trazendo as mesmas impressões que fizeram a banda conhecida internacionalmente. 

Não falo das “mesmas impressões” negativamente, até porque curto muito essa pegada, mas ao ouvir várias vezes o álbum tive a impressão de estar escutando uma continuação do segundo álbum “Innocence and Instinct”. 

Inovar ou manter-se fiel ao estilo? Bem, cabe a cada um ouvir e sentir a necessidade. Ofereço aqui minha humilde contribuição na análise deste álbum e trazendo impressões pessoais, mas as mais democráticas possíveis! (será possível? rsrsrs) 

Minha primeira observação foi quanto o projeto gráfico. A capa é instigante e criativa (experimente ouvir a música “Feed The Machine” olhando pra capa e arrepie-se). Minha severa crítica é quanto as letras do encarte. É Impossível ler aquelas letras vermelhas sob um fundo vermelho e não sentir incômodos nos olhos! Fiz um esforço tremendo para conseguir manter o foco em uma única música, mas logo desisti. Preferi ler as letras na internet! Meus olhos até choraram em agradecimento! 

A pancada começa com Feed The Machine (alimente a máquina) com os seus tradicionais loops abrindo o cenário para que Michael Barnes rasgasse a guela em seus gritos guturais para a introdução pulsante. Sempre achei muito vibrante a sincronia das guitarras, bateria e o naipe de cordas nas músicas do RED. Nessa música não foi diferent. No final da canção, pode-se perceber a mudança de tom para criar um clima denso com o naipe de cordas e com coral encerrando a canção. O clipe dessa música ficou sensacional. Tem um roteiro que nos dá o entendimento da música, mesmo sem saber a tradução toda. Muito rock mesmo! 

Faceless (sem face) traz uma abertura de guitarra semelhante a uma música do Linkin Park, que por sinal, é uma das bandas a qual RED bebeu na fonte de balde. Umas das minhas preferidas do repertório. Mantém a densidade, mas com um toque mais light (leia-se comercial). O segundo refrão dá uma fatiada nos riffs animal. Poderia figurar muito bem como trilha sonora de algum personagem da safra de filmes de super-heróis (alô, Hollywood!). 

Lie to me (minta pra mim) tem uma introdução com muito peso e os tradicionalíssimos loops usados à exaustão pela banda. No meu ponto de vista, tem uma pegada mais comercial também. Possui outro clipe de muito bom gosto, focando mais na performance do grupo. Uma das marcantes do disco. Certamente pra figurar entre o topo! 

Let It Burn (deixe queimar) é a minha segunda preferida do setlist. Tem uma melodia extremamente gostosa de ouvir, com pesos comedidos pelo romantismo da harmonia. O que dá um toque especial na música é um backing feminino no momento da ponte. Certamente, uma das melhores. 

Buried Beneath (enterrado) é o que eu chamaria de uma ponte entre uma boa música (Let It Burn) e uma excelente música (Not Alone) até traduzir a letra da canção. “Pensei que eu estava subindo/ Mas me arrastei para baixo / O que está sentado aqui comigo /Eu pensava que estava só /Mas ele me puxa mais /Agora eu posso escapar”. Fica muito claro uma declaração de que alguém nos tira do buraco que estamos enterrados e nos dá uma nova vida. Alguma dúvida de quem seja? 

Not Alone (Não está só) foi a música que fez meu cd furar. Ouvi essa música centenas de vezes só na primeira vez que ouvi álbum. Em termos de letra e melodia é a mais completa. É como se sentisse toda a banda colocando o coração e a alma nessa música. Além de uma levada cativante, tem uma composição fortíssima. A letra dessa música fará qualquer pessoa que está triste com a vida chorar e olhar para o Mestre com outros olhos. “Eu estou com você/Vou levá-la através de tudo/Eu não vou te deixar/Eu vou te alcançar quando estiver vontade de desistir/Porque você não está/Você não está sozinha”. Nota 10! 

Watch you Crawl (Te ver rastejar) puxa a segunda parte pesada do repertório . É uma música de guerra, de desafio “Eu vou lutar até o fim/estou pronto pra colidir”. Tem uma harmonia no coro da música diferente do que o RED está habituado a fazer, mas nada que descaracterize o som da banda. Entra no rol das música “normais” do disco, aquelas que não são as marcantes, mas tem seus méritos para estarem no álbum. 

The Outside (do lado de fora) tem uma melodia (no coro) que me lembrou muito a música “Faint” do Linkin Park. Uma boa canção. Não é uma das minhas preferidas (neste parte das faixas, “Watch you Crawl” é a melhor) mas dá pra escutar sem franzir a testar. 

Who We Are (Quem nós somos), musicalmente falando, é a que eu não gostei. Introdução da música com um vibrato magro na guitarra entrando em um ritmo bate-estaca, o que não é muito a cara do RED. Mas achei interessantíssima a letra desta música! Mostra que, apesar das expressões de truculentos das fotos do encante do CD, eles estão com a bíblia encravada na poesia da letra: “Nós nunca vamos morrer/perderemos essa vida/sabendo que estamos vivos...Isso é o que nós somos, somos Imortais”. Uma paráfrase de Mateus 16:25. 

Best Is Yet To Come (O melhor está por vir) começa a amenizar o clima para o encerramento da gravação. Fiquei na dúvida se a música falava sobre relacionamentos amorosos ou espirituais. Bem, neste caso (como falei no começo), vai da necessidade. Mas a música em si é boa. É uma balada sem muitas novidades, mas que segura a onda. 

Hymn For The Missing (Hino para o perdido) fecha o disco. A banda segue o que foi feito nos trabalhos anteriores, encerrando o álbum com uma música mais reflexiva e intimista, na maioria piano, voz e cordas (embora “already over” do álbum “End of Silence” tinha um violão suave e “take it all away” do álbum “Innocence and Instinc”t era um pouco mais intensa e com uma quebradeira pesada ao final da música). A música traz uma bela construção poética e musical, casando perfeitamente com a voz de Michael Barnes. A música de fato nós faz olhar para nossa insensibilidade de muitas vezes fazermos vistas grossas para os perdidos e dá o toque de classe ao fechamento da gravação. 

O que pude perceber nesta análise é que as letras são muito interrogativas. Segundo o Wikipédia, esse álbum foi inspirado no livro “Till we have faces” do escritor C.S.Lewis, o que poderia explicar o sentido questionador do CD. 

Quase em sua maioria, o coro enveredava para uma interrogação, o que é uma grande estratégia para que o ouvinte comece a pensar nas questões indagadas nas canções, que passam a martelar lá no subconsciente com o teor evangelístico que levam. 

Certamente, RED tem acertado em mesclar a palavra com poesia e vesti-las com o doce som do rock! 





sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

Stryper





O Stryper é uma banda norte-americana de heavy metal da Califórnia, cujas letras são baseadas no cristianismo. Formada em 1983, é considerada a pioneira do gênero "metal cristão".

O Stryper fez extraordinário sucesso no meio cristão nos anos 80 e no início dos anos 90, tocando com grandes bandas como Dio, White Lion e Keel entre outros.
Em fevereiro de 1992, o vocalista Michael Sweet sai da banda para dar início à sua carreira solo. A banda tenta continuar por mais algum tempo, como um trio, apenas para finalizar suas atividades alguns meses depois. No entanto, para alegria dos fãs, a banda foi novamente reunida em 2003, inicialmente com Tim Gaines no baixo, que depois foi substituído por Tracy Ferrie, antigo baixista das bandas Whitecross e Guardian. Posteriormente Gaines volta à banda, revezando com Tracy o palco do Stryper.
Em 12 de Agosto de 2006, o Stryper se apresenta pela primeira vez no Brasil, na casa de shows Via Funchal, na cidade de São Paulo, com Tracy Ferrie no baixo.

Michael Sweet
Nome da banda
 O nome "Stryper" é referência à palavra "stripes", do verso 5 do Capítulo 53 do livro bíblico de Isaías:
Em inglês, na Bíblia versão King James: "But he was wounded for our transgressions, he was bruised for our iniquities: the chastisement of our peace was upon him; and with his stripes we are healed."
Em português, na Bíblia NVI: "Mas ele foi transpassado por causa das nossas transgressões, foi esmagado por causa de nossas iniquidades; o castigo que nos trouxe paz estava sobre ele, e pelas suas feridas fomos curados."
Esta referência bíblica (Isaías 53:5) também faz parte do logotipo da banda.
No contexto do verso bíblico acima, a palavra "stripes" significa "ferida", ou seja, as marcas causadas pela flagelação que Jesus Cristo viria a sofrer.


Oz Fox
Além deste significado, a palavra "stripes" também pode ser traduzida para o português como "listras", o que conferiu à banda o visual listrado característico de seus primeiros anos, além das listras no logotipo.

Posteriormente, o baterista Robert Sweet criou um Retroacrônimo para o nome "Stryper", ou seja, transformou a palavra STRYPER em umacrônimo (sigla):
Salvation Through Redemption, Yielding Peace, Encouragement and Righteousness.
Em português: "Salvação Através de Redenção, Trazendo Paz, Encorajamento e Retidão".



Membros Atuais
 - Michael Sweet (vocal e guitarra)
 - Oz Fox (guitarra)
 - Robert Sweet (bateria) 
 - Tracy Ferrie (baixo)
 - Timothy Gaines (baixo)
A banda costuma fazer uma espécie de "rodízio" com os baixistas Timothy e Tracy

História
Robert Sweet
Formada em 1983 pelos irmãos Michael (vocalista) e Robert Sweet (baterista) e os amigos Oz Fox (guitarrista) e Timothy Gaines (baixista, tecladista).
Em 1984, assinam com a Enigma Records, e em julho saiu o EP "The Yellow And Black Attack", com 6 músicas. Mas o Primeiro grande lançamento, foi "Soldiers Under Command", de 1985, que vendeu mais de meio milhão de cópias em todo o mundo.
Em 1986, saiu "To Hell with the Devil", considerado por muitos o melhor trabalho do Stryper. O EP "The Yellow and Black Attack" foi re-lançado como álbum completo, com duas músicas a mais, "My Love I'll Aways Show" e "Reason For The Season".
Em 1988, o Stryper grava "In God We Trust", destacando a música "I believe in You", que no Brasil fez parte da trilha sonora da novela "O Salvador da Pátria", exibida pela TV Globo. Saindo da turnê desse disco, retiraram-se para 8 meses de ensaios no estúdio de Robert Sweet. O resultado foi "Against the Law" de 1990, que deixou alguns fãs confusos com a mudança da aparência do Stryper.
Isso levou numerosos rumores e perguntas sobre a sinceridade da fé da banda. Pois até "In God We Trust", as mensagens eram bem claras acerca da vida cristã, já no trabalho "Against the Law" as letras não condiziam com o que os integrantes pregavam anteriormente.
Em 1991 sai "Can't Stop the Rock", uma coletânea de músicas gravadas de 1984 à 1991, incluindo duas novas músicas, "Believe" e "Can't Stop The Rock" que é a resposta da banda para aqueles que ficaram surpresos na mudança do Stryper que aparecia no disco anterior. Mas nem tudo eram flores no Glam Rock: as críticas, vindas de todos os lados, não tardaram a ser lançadas contra aqueles que estavam mudando a cara da música cristã americana. Depois de gravar o disco já citado, o "Against the Law", uma manifestação de puro protesto e sem nenhuma referência ao Senhor Jesus, a Deus ou a Salvação, não é difícil de se imaginar o que rolou depois disto: brigas, intrigas e muita confusão.

"Perdemos o nosso foco, esquecemos a mensagem. Começamos com festas, bebidas e tudo mais. Passamos a viver o que condenávamos no palco."
Michael Sweet.

"Foi aí, que Deus entrou em cena e fez parar a bagunça. Hoje sei que Deus nos perdoou e sou-lhe grato pela chance de fechar as portas do passado."
Michael Sweet.

Tim Gaines
Em janeiro de 1992, Michael segue sua carreira solo. Michael era o primeiro a reaparecer na mídia, quando fechou negócios com uma nova gravadora. Esta união resultou em três álbuns solos: "Michael Sweet", "Real" e "Self".Em 1994, Tim e Robert se unem a Rex Carrol(ex-Whitecross) e Jimmi Bennet na banda King James. Em 1998, Tim e Oz se unem no Sin Dizzy. Em 2002, a Hollywood Records, faz um convite a banda a lançarem um novo disco, que é lançado em 2003, "Seven: The Best of Stryper" e logo em seguida surge um Tour na América que se transforma em mas um novo disco: "7 Weeks: Live in America, 2003".
Em 2005 foi lançado outro álbum "Reborn". Esse é o novo Stryper, de novo estilo músical. A banda seguiu com a nova formação e recentemente lançaram um álbum chamado: Murder By Pride(2009),um álbum mais voltado as suas origens com solos e agudos de Michael Sweet. A capa foi feita por um brasileiro (GILVAN RANGEL Jr) da cidade de Campina Grande-PB, onde o mesmo recebeu uma carta de agradecimento escrita por Michael Sweet, um poster comemorativo dos 25 anos e o cd autografado. Está sendo feita uma turnê de aniversário de 25 anos da banda, com todos os membros originais(Michael e Robert Sweet , Oz Fox , Timothy Gaines)

Estilo
Durante a década de 1980, Stryper representou o estilo glam metal popular durante o tempo que se caracterizou por comportamentos altamente visuais. Um elemento característico da banda foi que todos os seus equipamentos, aparelhos e instrumentos foram pintadas em riscas amarelas e pretas. Stryper também teve outras marcas distintivas. Além de posicionar o set de bateria de Robert Sweet de lado para o público, também costumavam jogar Bíblias para a multidão nos concertos, especificamente edições do Novo Testamento com adesivos da banda.
Como um protesto contra o "666" símbolos populares entre os muitos fãs de heavy metal da época, Robert Sweet promoveu um símbolo alternativo numerológica, o "777" símbolo posteriormente se tornou bastante popular entre os metaleiros cristão. Embora o número "777" não é referenciada pela Bíblia (em oposição a 666, que é mencionado no Livro do Apocalipse como o número da besta) o número "7" é tradicional (em simbolismo cristão) associado a divina perfeição.