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segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Hábitos simples ajudam você a se controlar e não escorregar na hora de contar as calorias


Muitas pessoas afirmam que conseguem seguir a dieta à risca durante o dia, mas escorregam à noite, antes de ir para a cama. Alguns hábitos que podem ser considerados importantes para relaxar ou mesmo como recompensa pelo dia de sacrifícios podem comprometer os resultados de quem está tentando enxugar alguns quilos. 

Aprenda a evitar essas armadilhas com três dicas listadas pelo site Fitsugar.

Pule o drinque antes de dormir: saborear uma bebida antes de deitar pode parecer a maneira perfeita para relaxar, mas esse hábito prejudica o sono e a dieta. Muitas bebidas são altamente calóricas e ainda levam à famosa vontade de beliscar. Tente trocar de bebida, ingerindo algo quente ou morno, como leite com uma pitada de canela ou chá de ervas.

Planeje as refeições do dia seguinte: pensar no que irá consumir no dia seguinte, incluindo café da manhã e os lanchinhos durante o dia, irá evitar impulsos como o de pedir uma torta doce com cappuccino na lanchonete do trabalho. Se precisar tomar café da manhã rapidamente e ainda separar itens para levar, esse é mais um motivo para parar cinco minutos e planejar a dieta.

Revise o diário alimentar: manter um diário alimentar é uma das maneiras de seguir com mais rigor a dieta. Isso porque fica mais fácil visualizar onde é possível fazer ajustes e perceber os excessos. O hábito de anotar tudo o que se come ainda ajuda a perseverar no regime.


quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Faz mal comer o que acabou de cair no chão?

As afirmações que se ouvem desde criança como "Se pegar no instante que cai não tem problema" são pura bobagem.




Sim, comer o que caiu no chão pode trazer problemas à saúde. Para Marcos Vinicius, infectologista do Instituto Emílio Ribas, de São Paulo, comida do chão só pode ser ingerida se for lavada. Senão, lixo. "É absurdo dizer 'O que não mata engorda'. Não existe princípio técnico e científico para essa afirmação", diz. Em 2006, pesquisadores da Universidade de Clemson, nos Estados Unidos, jogaram um tipo de mortadela em madeira, azulejo e carpete. O fluxo no carpete é mais lerdo que nos outros, mas nos primeiros instantes 99% das bactérias dos pisos já aderiram à comida. E essas bactérias causam doenças como hepatite A e disenteria, que podem até matar.

O chão da rua costuma ser mais sujo que o de casa. Mas não há pesquisas que mostrem o quanto sua calçada é mais perigosa que sua cozinha, porque tudo depende do lixo que há na região, o que pode variar de bairro para bairro, lembra Marco Antônio Lemos, doutor em ciências dos alimentos pela UFRJ. Mesmo assim, muita gente se arrisca. Marta Evangelista de Lima, do Conselho Federal de Nutrição, assume. "Já comi, estava na minha casa e sei em que circunstância estava. Se fosse em um hospital ou na rua não me arriscaria."
Mitos da sujeira
Verdades e mentiras da relação entre o chão que pisamos e aquilo que comemos

Comida seca suja menos que cremosa
Verdade. A cremosa permite maior crescimento microbiano. Mas a seca também fica contaminada. Imagine uma torrada e uma torrada com manteiga. Ambas caem da mesa. A sujeira fica visível na manteiga. Na seca, a aparência é de limpeza. Mas ela já está cheia de microrganismos.

Se ficou menos de 5 segundos no chão, não há perigo
Pura bobagem. O tempo de contato com o chão não interfere na contaminação microbiológica. Caiu, contaminou, independentemente do tempo de contato com o piso. Ainda mais se for na rua, mais contaminada do que o chão de casa.

Faz mal para você, mas não para o cachorro
Verdade. O cachorro tem maior resistência a alguns organismos nocivos ao ser humano. Um cão come comida de rua, mexe no lixo etc. Se uma pessoa fizer isso, tem muito mais chances de ficar doente.

Assoprar a comida retira a sujeira
Mito. Pode-se até retirar uma sujeirinha aparente. Mas a contaminação microbiológica continua. Além disso, o sopro leva ainda mais microrganismos para o alimento. Por isso não é recomendado assoprar a comida de um bebê.


Fontes: Cláudio Lima, mestre em tecnologia de alimentos e apresentador do programa Inspetor Saúde (SBT-CE); Marcos Vinicius, infectologista do Instituto Emílio Ribas; Marco Antônio Lemos, doutor em ciências dos alimentos pela UFRJ.


por Renata Magnenti

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Por que ficamos bravos quando estamos com fome?





“Cara feia, para mim, é fome”.


Este é um dito popular que a ciência apoia – e pode explicar. Tem muita gente que é um doce, mas se transforma quando está com o estômago vazio. Por que isso acontece?

Uma pesquisa da Universidade de Cambridge publicada este ano descobriu que isso pode estar relacionado às flutuações dos níveis de serotonina no cérebro, coisa que ocorre frequentemente quando você está estressado ou sem comer.

A serotonina é um neurotransmissor – molécula que atua na comunicação entre os neurônios – e é importante para ajudar a regular o nosso comportamento. A falta dela afeta fortemente as regiões cerebrais responsáveis por controlar a raiva.

Para o estudo, voluntários saudáveis tiveram seu nível de serotonina alterado pela manipulação de sua dieta. Então os pesquisadores usaram ressonância magnética funcional (FMRI) para mapear e medir sua atividade cerebral enquanto eles viam rostos com expressões de raiva, tristeza e neutra.

A pesquisa revelou que baixos níveis de serotonina provocaram comunicações mais fracas entre regiões específicas do sistema límbico emocional do cérebro (uma estrutura chamada amígdala) e os lobos frontais. Isso sugere que, quando os níveis de serotonina estão baixos, pode ser mais difícil para o córtex pré-frontal controlar as respostas emocionais para a raiva geradas dentro da amígdala.

Então, se você está há um tempo sem comer (e, por isso, com níveis mais baixos de serotonina), vai realmente se irritar por qualquer coisa, pois seu cérebro perde parte de sua capacidade de controlar a raiva. E o estudo mostrou ainda que o problema é mais grave em pessoas que já possuíam uma predisposição ao comportamento agressivo

Portanto, nunca deixe aquele seu amigo esquentadinho esperar muito tempo pra comer.



Fonte: Super Interessante

quinta-feira, 15 de março de 2012

Abdômen Sarado - Mito, verdade e dicas de treino

Quem não quer ter um abdômen firme e definido?!


Com certeza todos nós. Acredite é possível! 


Mas antes das dicas de treino, vamos esclarecer alguns mitos sobre o abdômen e os abdominais:


MITO    Quanto mais abdominais, melhor!

Não é bem por aí… Aqueles que fazem centenas de abdominais todos os dias, pensando que quanto mais, melhor, estão enganados. O abdômen é um músculo como qualquer outro e por isso não deve ser treinado todos os dias, ele também merece seu descanso, como os demais. Lembre-se que o músculo se fortalece no descanso e por isso devemos respeitar seu intervalo de recuperação. Porém, o abdômen possui uma característica peculiar, ele se recupera mais rapidamente que outros músculos, devido à sua composição de fibras musculares e por ser um músculo postural. Ainda assim, não devemos treiná-lo todos os dias. O máximo permitido seria realizar abdominais em dias alternados (dia sim, dia não…). E quando for o dia, não há necessidade de realizar 500 abdominais!
Bastam algumas séries com a execução correta e a carga adequada.

VERDADE – Abdominal não tira a barriga…

Você já deve ter ouvido esta frase algumas vezes na academia… E infelizmente ela tem um fundo de verdade! Vamos explicar o que ocorre: Quando você faz abdominais, está fortalecendo e tonificando a musculatura do abdômen. Porém, a camada de gordura que está sobre a musculatura, vai continuar lá encobrindo todos os ventres (gominhos) do seu abdômen. A única maneira que existe de “afinar” esta camada de gordura é emagrecendo. Quando você emagrece, perde gordura do corpo em geral, inclusive a gordura abdominal - o que permite com que você possa visualizar melhor os gominhos do seu abdômen! Isso é o que chamamos de definição muscular.

Quando falamos em emagrecer, estamos falando em gerar um balanço calórico negativo. Ou seja, gastar mais calorias do que se come ou comer menos calorias do que se gasta. É simples e matemático! Mas para que isso ocorra, é preciso ter uma alimentação saudável e balanceada. Fique atento!


DICA DE TREINO – Nas academias existem muitas pessoas que têm o hábito de realizar abdominais diariamente no término dos treinos. Não siga a maioria… Procure fazer abdominais no máximo 3 vezes por semana e em dias alternados. É fundamental respeitar o intervalo de recuperação muscular para que haja resposta ao estímulo. Mas, além disso, temos que considerar as duas formas diferentes de se treinar abdômen:

1) Para aumentar os “gominhos”: O abdômen, por fazer a flexão da coluna, tem um formato peculiar, sendo dividido em vários ventres (gominhos). Quando esses gominhos sobressaem, dão ao abdômen o famoso aspecto de tanquinho. Para aumentar o volume (hipertrofiar) dos gominhos é necessário fazer um trabalho clássico de hipertrofia, no qual deve se trabalhar com um volume de repetições baixo (de 8 à 12 repetições) e com uma carga alta. Exemplo: Realizar 4 séries de 10 repetições na máquina com a carga máxima. Considerando que a carga máxima permite que as 10 repetições sejam concluídas com a execução correta, porém com grande sacrifício.

2) Para enrijecer e tonificar: Este geralmente é o tipo de treino que as mulheres preferem. O objetivo não é aumentar o volume dos gominhos para ficar com o abdômen parecendo um tanquinho, mas apenas deixar o abdômen chapado, rígido e tonificado. Para se obter este resultado é preciso treinar com um volume de repetições mais alto (de 15 à 20 repetições) e uma carga moderada. Exemplo: Realizar 4 séries de 20 repetições no solo com carga moderada. Considerando que a carga moderada permite com que as 20 repetições sejam concluídas com a execução correta, numa intensidade moderada.


Muito bem, dica de treino dada, agora é hora de colocar em prática!
Mãos à obra e bons treinos!


Profa. Grazi Leite